Sobre o blog

Por motivos pessoais, esse blog ficou desativado por um longo tempo. Agora senti a necessidade de voltar, para compartilhar uma experiência, que pode ser útil e esclarecedora aos que estiverem despertando para uma Consciência Superior. Anny Luz

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

-EXPERIÊNCIA DE QUASE MORTE

Entrevista do Dr. Eben Alexander, Near Death Experience.

"A experiência de quase morte do Dr. Eben Alexander é a mais espantosa que já ouvi em mais de quatro décadas estudando este fenômeno. Na minha opinião, o Dr. Alexander é a prova viva de uma vida após a morte ... Para mim, é difícil evitar a sensação de que sua experiência foi de alguma maneira divinamente ordenada." 
Raymond Moody, MD, PhD, autor da Vida Além da Vida, de 1975, e pai do “Campo de Estudos de Experiências de Quase-Morte” (EQM).

Dr. Alexander, um neurocirurgião, renomado acadêmico, professor de Harvard,  passou 54 anos aperfeiçoando sua visão de mundo científico. Ele achava que sabia como o cérebro e a mente trabalhavam.

Uma Experiência de Quase-Morte transcendental, em que ele foi levado à beira da morte e passou uma semana em coma profundo a partir de uma infecção cerebral inexplicável, mudou tudo isso - completamente!

Ele ficou chocado ao encontrar a hiper realidade daquele reino espiritual, que muitos tinham relatado em EQMs. Ele passou os últimos três anos e meio a conciliar  sua rica experiência espiritual com a física contemporânea e cosmologia. Hoje a sua experiência espiritual é totalmente consistente com a compreensão científica mais avançada.

Com um sólido conhecimento científico do cérebro humano, Alexander entendia as supostas viagens fora do reino da terra, como um subproduto do que acontece com os seres humanos no meio de um trauma. No entanto, isso mudou radicalmente quando ele próprio encontrou-se, de alguma maneira, ligado ao que conhecia como, céu espiritual.
 
O Neurocirurgião explica:

“No outono de 2008,  depois de sete dias em coma. durante os quais, a parte humana do meu cérebro, o neocórtex, foi desativada, eu experimentei algo tão profundo, que  me deu uma razão científica para acreditar na consciência após a morte.
Muito cedo em uma manhã de quatro anos atrás, eu acordei com uma dor de cabeça muito intensa. Em poucas horas, meu córtex e toda a parte do cérebro que controla pensamento e emoção, e que na sua essência,  nos torna humanos, tinha desligado. Os médicos do Hospital Geral de Lynchburg, na Virgínia, um hospital, onde eu mesmo trabalhei como neurocirurgião, determinaram que eu tinha de alguma forma, contraído uma meningite bacteriana muito rara, que ataca principalmente os recém-nascidos.
A bactéria E. coli havia penetrado meu líquido cefalorraquidiano e estava comendo o meu cérebro.
Quando entrei na sala de emergência naquela manhã, minhas chances de sobrevivência em qualquer coisa além de um estado vegetativo já eram baixas, para não dizer inexistentes. Por sete dias eu estava em coma profundo, o meu corpo não respondia, meu cérebro de ordem superior estava totalmente offline.
Então, na manhã do meu sétimo dia no hospital, quando meus médicos já pensavam sobre a interrupção do tratamento, os meus olhos se abriram.”

Enquanto esse é o resumo do que estava acontecendo com o corpo de Alexander no exterior, o que estava ocorrendo internamente, segundo ele, era sobrenatural.  Ao contrário do que se pensa, de que, uma vez terminada a consciência terrena tudo chega ao fim, o neurocirurgião disse  ter descoberto que, "a consciência existe para além do corpo."

No artigo da Newsweek, ele descreve sua jornada em detalhes:
8 de outubro de 2012.

Como neurocirurgião, eu não acreditava no fenômeno de experiências de quase morte. Cresci em um mundo científico,  filho de um neurocirurgião, segui o caminho do meu pai e tornei-me  neurocirurgião acadêmico, lecionando na Escola Médica de Harvard e outras universidades. Eu entendo o que acontece com o cérebro quando as pessoas estão perto da morte, e  sempre acreditei que havia boas explicações científicas para as viagens descritas por aqueles que escapam por pouco da morte.

O cérebro é um mecanismo espantosamente sofisticado, mas extremamente delicado. Reduzir a quantidade de oxigênio que ele recebe por uma menor quantidade, vai originar uma reação. Para mim, não era nenhuma grande surpresa quando as pessoas que passaram por trauma grave, retornavam de suas experiências com histórias estranhas. Isso não significava  que eles tinham realmente viajado a qualquer lugar real.

Embora eu me considerasse um cristão fiel, era  mais no nome do que na crença real. Eu não invejava aqueles que queriam acreditar que Jesus era mais do que simplesmente um bom homem que havia sofrido nas mãos do mundo. Eu simpatizava profundamente com quem queria acreditar que havia um Deus em algum lugar lá fora, que nos amava incondicionalmente.  Mas como cientista, eu simplesmente sabia que não devia acreditar nisso.

Naquele outono de 2008, no entanto, essa opinião mudou radicalmente, depois  da experiência espantosa que vivi.
 
Sei como pronunciamentos desta natureza soam para os céticos, então vou contar a minha história com a lógica e a linguagem do cientista que eu sou.

Não há explicação científica para o fato de que enquanto meu corpo estava em coma, minha mente, meu consciente interior estava vivo e bem. Enquanto os neurônios do meu córtex ficavam  na inatividade pelas bactérias que o atacaram, a minha consciência cérebro livre viajou para outra dimensão maior do universo: a dimensão que eu nunca sonhei que existisse  e que o meu antigo eu,  pré-coma,  teria sido mais do que feliz em explicar que era uma simples impossibilidade.

Mas essa dimensão em esboço, a mesma descrita por variados temas de outras experiências de quase morte e outros estados místicos é lá. Ela existe, e o que eu vi e aprendi lá me colocou, literalmente, em um novo mundo: um mundo onde somos muito mais do que nossos cérebros e corpos, e onde a morte não é o fim da consciência, mas sim um capítulo de uma vasta, e incalculavelmente positiva viagem.

Eu não sou a primeira pessoa a fazer essa descoberta de que a consciência existe para além do corpo. Vislumbres maravilhosos deste reino são tão antigos quanto a história humana. Mas, tanto quanto eu sei, ninguém antes já viajou para essa dimensão, enquanto o córtex cerebral estava completamente fechado  e  enquanto seu corpo estava sob observação médica minuto a minuto, como foram o total desses sete dias de meu coma.

Todos os principais argumentos contra a experiências de quase morte sugerem que essas experiências são  resultado do mau funcionamento, transitório ou parcial  do córtex. Minha experiência de quase morte, no entanto, não teve lugar, enquanto meu córtex estava com defeito, mas quando estava simplesmente fora. Isto, é claro, com a gravidade e duração da minha meningite e da participação cortical global documentadas por tomografia computadorizada e exames neurológicos.

De acordo com a compreensão médica atual do cérebro e da mente, não há absolutamente nenhuma maneira de que eu pudesse ter experimentado até mesmo a  mais fraca e limitada consciência durante o meu tempo em coma, muito menos a odisseia  hiper viva e completamente coerente que eu vivi.

Levei meses para chegar a termos com o que me aconteceu. Não apenas a impossibilidade médica de que eu tinha estado consciente durante o coma, mas, mais importante, as coisas que aconteceram durante esse tempo.

Revivendo a História:

No início de minha aventura, eu estava em um lugar de nuvens grandes, inchadas, rosa e branca que apresentavam-se fortemente contra o céu azul-escuro e  profundo.

Mais alto do que as nuvens, incomensuravelmente maiores,  bandos de transparentes seres brilhantes arqueavam  no céu, deixando longas linhas “streamerlike” atrás deles.

Aves? Anjos? Estas palavras foram  registradas mais tarde, quando eu estava escrevendo minhas memórias. Mas nenhuma dessas palavras faz justiça aos próprios seres, que eram simplesmente diferentes de tudo que conhecemos neste planeta. Eram seres mais avançados. Formas de vida muito  superiores.

Um som enorme ia crescendo como um canto glorioso, vinha de cima para baixo, e eu me perguntava se os seres alados o estavam produzindo.

Mais uma vez, pensando sobre isso mais tarde, ocorreu-me que a alegria dessas criaturas,  era tal que eles faziam esse som como uma forma de extravasar e expressar tanto júbilo. O som era palpável e quase material, como uma chuva que você pode sentir na sua pele, mas não te molhando.

Vendo e ouvindo tudo isso, eu não estava separado de nada naquele lugar em que eu fazia parte. Podia ouvir a beleza visual dos corpos prateados daqueles seres cintilantes acima, e eu podia ver a perfeição alegre de afluência e o que eles cantavam. Parecia não ser possível ver ou ouvir qualquer coisa naquele mundo sem se tornar uma parte dela, sem se juntar a ela, de alguma forma misteriosa.

Mais uma vez, na minha perspectiva presente, percebo como tudo aqui entre nós, sugere que existe uma separação, que as coisas estão implicitamente isoladas umas das outras, percepção essa que, absolutamente não existe lá. Tudo era diferente, mas tudo era também uma parte do todo, como os projetos ricos e misturados em um tapete persa  ou da asa de uma borboleta.

O mais estranho ainda, para a maioria, é que alguém estava comigo nesta viagem. Uma mulher. Ela era jovem, e me lembro de como ela era em detalhes. Tinha altas maçãs do rosto e olhos azuis profundos. Dourados adornos emolduravam seu rosto adorável. A primeira vez que a vi, estávamos cavalgando juntos em uma superfície de estampados, que depois de um momento eu reconheci como a asa de uma borboleta. De fato, milhões de borboletas estavam todas ao nosso redor, imensas ondas de vibração delas, mergulhando para baixo, para a floresta e voltando-se em torno de nós novamente. Era um rio de vida e cor, movendo-se através do ar. A roupa da mulher era simples, como a de um camponês, mas suas cores em pó azul, índigo e pastel de laranja-pêssego tinha a mesma esmagadora vivacidade super viva que tudo tinha.

Ela olhou para mim com um olhar que, se você o visse por cinco segundos, saberia que toda a sua vida até agora tinha valido a pena, não importa o que tenha passado. Não era um olhar romântico. Não era um olhar de amizade. Era um olhar que era de alguma forma além de todos estes, além de todos os compartimentos diferentes de amor que temos aqui na terra. Foi algo mais elevado, mantendo todos os outros tipos de amor dentro de si mesma e, ao mesmo tempo, ser muito maior do que todos eles.

Sem usar palavras, ela falou comigo. A mensagem passou por mim como um vento, e eu imediatamente entendi que era verdade. Eu sabia isso, da mesma forma que eu sabia que o mundo que nos cerca não era real, era uma fantasia, uma passagem e insubstancial.

A mensagem tinha três partes, e se eu tivesse que traduzi-las em linguagem terrena, eu diria que foi algo similar a isto:

"Você é amado e querido, muito caro, para sempre."
"Você não tem nada a temer."
"Não há nada que você possa fazer de errado."

A mensagem inundou-me com uma sensação imensa e louca de alívio. Era como ser entregue as regras de um jogo que eu estava jogando toda a minha vida sem jamais compreendê-lo.
"Vamos mostrar muitas coisas aqui", disse a mulher, de novo, sem realmente usar essas palavras, mas dirigindo sua essência conceitual diretamente para mim. "Mas, eventualmente, você vai voltar."
Para isso, eu tinha apenas uma pergunta.
Voltar para onde?

Um vento quente soprou, como o tipo que surgem nos dias de verão mais perfeitos, jogando as folhas das árvores e fluindo como a água celeste. Uma brisa divina. Ele mudou tudo, mudando o mundo ao meu redor em uma oitava ainda maior, uma vibração mais elevada.

Embora eu ainda tivesse a função da linguagem, pelo menos como pensamos na terra, eu comecei a colocar questões sem palavras para este vento, e para o ser divino que eu sentia no trabalho por trás ou dentro dele.

Onde é esse lugar?
Quem sou eu?
Por que estou aqui?

Cada vez que eu, silenciosamente colocava uma dessas perguntas, a resposta vinha de imediato, em uma explosão de luz, cor, amor e beleza explodindo em mim como uma onda quebrando. O  importante sobre estas explosões era que elas não simplesmente silenciavam minhas perguntas mas respondiam-nas,  com uma forma de linguagem ignorada. Os pensamentos entravam-me diretamente. Mas não eram pensamentos como experimentamos na Terra. Não era vago, imaterial, ou abstrato. Estes pensamentos eram sólidos e imediatos mais quentes do que fogo e mais úmidos do que a água e assim como eu os recebia  era capaz de instantaneamente e sem esforço entender conceitos que teriam me levado anos para compreender plenamente na minha vida terrena.

Eu continuava a avançar e encontrei-me a entrar num imenso vazio, completamente escuro, infinito em tamanho, mas também infinitamente reconfortante. Breu como era, também foi transbordando de luz: a luz que parecia vir de uma esfera brilhante que eu já senti perto de mim. O orbe era uma espécie de "intérprete" entre mim e esta vasta presença ao meu redor. Era como se eu estivesse nascendo em um mundo maior, e do próprio universo era como um útero gigante cósmico, e o orbe (o que eu sentia era de alguma forma relacionado ou mesmo idêntico, à mulher sobre a asa de borboleta) estava guiando-me por ela.

Mais tarde, quando eu estava de volta, encontrei uma citação do século 17 do poeta Henry Vaughan,que chegou perto de descrever este lugar mágico, este vasto núcleo de tinta preta que foi a casa do Divino em si.
"Não há, dizem alguns, em Deus uma escuridão profunda, mas deslumbrante".
Isso foi exatamente uma negra escuridão que também estava cheia e repleta de luz.
 
O que aconteceu comigo exige explicação:
A física moderna nos diz que o universo é uma unidade, que é indivisível. Embora pareça que estamos a viver em um mundo de separação e diferenças, a física nos diz que, sob a superfície, todos os objetos e eventos no universo são totalmente entrelaçados com todos os outros objetos e eventos. Não há separação real.

Sei muito bem o quão extraordinário e francamente inacreditável, tudo isso pode parecer. Eu mesmo, como médico, se ouvisse uma história como esta nos velhos tempos, teria tido bastante certeza de que era o efeito de algum delírio ou ilusão. Mas o que me aconteceu foi, longe de ser delirante, tão real ou mais real do que qualquer acontecimento da minha vida. Isso inclui o dia do meu casamento e o nascimento dos meus dois filhos.

Antes da minha experiência essas ideias eram abstrações. Hoje elas são realidades. E a percepção que tive do universo não foi apenas no sentido da unidade, mas também  e principalmente, que  é definido pelo amor. O universo, como eu experimentei em coma é para sentir a mesma surpresa  e alegria, que tanto Einstein como Jesus falaram em suas diferentes maneiras. 

Passei décadas como neurocirurgião em algumas das mais prestigiadas instituições médicas em nosso país. Sei que muitos dos meus colegas, (assim como eu mesmo pensava) afirmam a teoria de que o cérebro e o córtex particularmente, geram a consciência e de que vivemos em um universo desprovido de qualquer tipo de emoção, muito menos o amor incondicional, que agora eu sei que Deus e o universo tem por nós.

Mas o que aconteceu comigo destruiu essa teoria mecanicista, que agora está quebrada aos meus pés e pretendo passar o resto da minha vida a investigar a verdadeira natureza da consciência, tornando o fato de que somos mais, muito mais, do que os nossos cérebros físicos, tão claro quanto eu puder, tanto aos meus colegas cientistas como para as pessoas em geral.

Não espero que isso seja uma tarefa fácil, pelas razões que descrevi acima. Quando o castelo de uma velha teoria científica começa a mostrar falhas, ninguém quer prestar atenção. Em primeiro lugar, o antigo castelo simplesmente deu muito trabalho para construir,  e se cair, um sistema totalmente novo terá que ser construído em seu lugar.

Aprendi isso em primeira mão, depois que eu estava bem o suficiente para voltar ao mundo e falar com outras pessoas, que não fossem a minha esposa  Holley, e nossos dois filhos, sobre o que tinha acontecido comigo.

Os olhares de descrença educada, especialmente entre os meus amigos médicos, logo me fez perceber que era uma tarefa que eu teria de levar as pessoas a compreender a enormidade do que eu tinha visto, vivido e experimentado, enquanto o meu cérebro estava inativo.

Um dos poucos lugares onde eu não tive problemas para contar a minha história foi um lugar que eu tinha visto bastante pouco antes da minha experiência: a igreja. A primeira vez que entrei em uma igreja depois do meu coma, eu via tudo com olhos frescos. As cores dos vitrais me recordaram a beleza luminosa das paisagens que eu tinha visto no mundo acima. As notas graves e profundas do órgão lembrou-me de como os pensamentos e emoções do mundo são como ondas que se movem através de você. E, mais importante, uma pintura de Jesus partindo o pão com os discípulos evocou a mensagem que estava no coração de minha viagem: de que somos amados e aceitos incondicionalmente por um Deus ainda mais grandioso, insondável e glorioso do que eu tinha aprendido em criança na escola dominical.

Hoje, muitos acreditam que as verdades vivas do mundo espiritual perderam o seu poder, e que a ciência e não a fé, é o caminho para a verdade. Antes da minha experiência eu fortemente suspeitava de que este era o caso.

Mas agora entendo que tal visão é muito simplista.

O fato é que o quadro materialista do corpo e do cérebro, como os produtores, em vez de os veículos, da consciência humana está condenada.

Em seu lugar, uma nova visão da mente e do corpo vai surgir, e de fato já está surgindo. Este ponto de vista é científico e espiritual, em igual medida e valoriza o que os maiores cientistas da história sempre valorizaram acima de tudo: a verdade.

Esta nova imagem da realidade pode levar um longo tempo para sedimentar. Não vai ser concluída no meu tempo, ou até mesmo, suspeito, no dos meus filhos. Na verdade, a realidade é muito vasta, muito complexa, e  irredutivelmente misteriosa para que um quadro dela seja absolutamente completo.

Mas, em essência, vai mostrar o universo como evolução multidimensional, e conhecido até seu átomo de cada passada por um Deus que cuida de nós, ainda mais profunda e fortemente do que qualquer pai ou mãe já amou seu filho.

Eu ainda sou um médico, e ainda um homem de ciência em cada célula, tanto quanto eu era antes dessa experiência. Mas em um nível profundo, eu sou muito diferente da pessoa que eu era antes, porque agora tenho um vislumbre da imagem emergente da realidade.

E você pode acreditar quando digo que vai valer a pena cada pedacinho do trabalho que vai nos levar, e aqueles que virão depois de nós, para obtê-la.
 
Dr. Eben Alexander tem sido neurocirurgião nos últimos 25 anos. Seu livro, A prova do Céu: Viagem de um neurocirurgião em vida após a morte , foi publicado pela Simon & Schuster em 23 de outubro de 2012

 

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

-CROP CIRCLES EM Sta. CATARINA

Agora Eles estão mais perto de nós... 
 
Crop Circles ou Agroglifos, como são conhecidos os círculos das plantações, que há décadas são encontrados em  

 
plantações do mundo todo, especialmente na  Inglaterra, perto de Stonehenge, há algum tempo começaram a aparecer aqui no Brasil, na cidade de Ipuaçu, à oeste de Sta. Catarina.
O último, apareceu no sábado, dia 13, e é de grandes proporções.
Embora muitos estudiosos já estejam  no local, fazendo medições e batendo fotos, infelizmente ainda não foi providenciada uma foto aérea do fenômeno.
 
Vejam o vídeo nesse blog:
http://ovnihoje.com/2012/10/14/agroglifos-crop-circles-voltam-a-aparecer-em-plantacoes-do-oeste-do-estado-de-santa-catarina-brasil/
 
À seguir, o comentário de um seguidor do blog acima:
"Mesmo não tendo fotos aéreas, essas imagens nos passam a certeza de que não foi feito por nós. Os círculos ingleses (nome de batismo) são a prova de que Eles existem. Não existem técnicas que possam dobrar a relva sem quebrar os caules, e observem o sentido “horário” homogeneo da vegetação dobrada. Pelo descrito na matéria este desenho deve ter enormes proporções!
Nossos irmãos mais velhos estão impossíveis ultimamente; estão aparecendo sem dó nem piedade, à revelia de nossos governantes, que promovem a desinformação!"

Mas surpreendentemente, saiu esta reportagem na Zero Hora:

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/10/novos-circulos-voltam-a-aparecer-em-plantacoes-de-trigo-no-oeste-de-sc-3917413.html

 


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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

-AUTOCONHECIMENTO

Hoje temos um texto muito especial para ilustrar o nosso assunto, “autoconhecimento”. O texto é: Meu Habitante.
O colunista do Jornal da Paraíba, Bráulio Tavares, gentilmente nos permitiu a publicação do seu artigo aqui no blog.
 
Bráulio Tavares é escritor, compositor, estudou cinema e é pesquisador de literatura fantástica. Escreve uma coluna diária no Jornal da Paraíba e tem o blog, www.mundofantasmo.blogspot.com

Nessa excelente matéria, ele aborda com muita arte e sensibilidade, um tema que é comum a todos nós, mas que, raramente alguém consegue expressar com tanta maestria.
 



A grande maioria inclusive, nunca parou sequer para pensar no assunto, nunca teve nenhum interesse em olhar para dentro de si mesmo. Vivemos em uma cultura que busca tudo fora, perseguindo um ideal que nunca alcança, justamente por esse motivo.
Tudo está dentro de nós, tanto o mais negro sofrimento quanto o poder de viver com alegria, abundância, saúde e amor.
No dia em que começarmos a nos observar com mais atenção, começaremos também a encontrar as respostas e soluções que tanto buscamos fora. 
 
O primeiro passo para o autoconhecimento é tomar consciência desse outro ser, que habita em cada um de nós. Ao mesmo tempo que é parte integrante de nós, esse ser também é independente e tem vontade própria, o que pode nos causar muitos embaraços ao longo da vida.
Esse tema é tão antigo quanto o próprio homem. Apesar das terapias atuais estarem sempre desenvolvendo novas teorias à respeito, sociedades milenares, como a antiga Filosofia Huna*, no Havaí, através de seus sábios sacerdotes Kahunas, já tinham conhecimentos avançados sobre assunto e aplicavam esses conhecimentos para ajudar na saúde e felicidade do seu povo.

Vamos ao texto de Bráulio Tavares:
MEU HABITANTE

Publicado em 05/09/2012 no Jornal da Paraíba-
Não sei de onde ele veio nem há quanto tempo me habita. Está incrustado em mim de tal maneira que nada me custaria supor que eu e ele somos um só. Sei que não somos porque minhas vontades não coincidem com as dele, nem meus impulsos, nem nada na minha vida. Vivemos num permanente desacordo e desencontro, e ainda assim já não imagino como poderia ser minha existência sem essa presença invisível que desassossega meus propósitos e enche meus dias de sustos, de revelações.
Há momentos em que mantenho o controle das pernas que me conduzem pela calçada, mas é ele quem obriga meus olhos a seguirem uma silhueta feminina que vem e passa. Há dias chuvosos em que nada me apetece mais do que ficar encolhido sob os cobertores, na penumbra do quarto, mas ele me obriga ao banho, ao metrô, à Biblioteca, à descoberta de livros que nesse dia se tornam um recomeço para minha vida. Quando penso em distrair minha madrugada saltando de saite em saite na web, passeando a mente sem pensar, ele me faz cortar de brusco a conexão, abrir um arquivo de texto e produzir algo que me inquieta, me faz derramar lágrimas de que eu não me sabia possuidor, e deixar cravado ali um episódio obscuro, relatando coisas que não aconteceram na vida de pessoas que nunca existiram, mas que passam a me servir de espelho ou mapa.
Ele me contraria e me inquieta quando tudo que desejo é sossego e paz, e por outro lado é ele quem me faz desligar a algaravia multicor da TV e me recolher ao quarto, à escuridão, ao teto onde se entrecruzam reflexos dos faróis lá da rua, numa música-de-câmara silenciosa. Não sei por que me habita. Para obter o que certamente procura poderia estar instalado em qualquer outra pessoa; quem sabe o improvável mérito que enxergou em mim e que o fez preferir meu cérebro e meus olhos aos das pessoas de minha família, aos dos meus vizinhos do lado.
Percebi sua presença desde muito cedo, ainda garoto, e é a ele que atribuo grande parte das minhas contradições de jovem, que hoje na velhice já me parecem tão inevitáveis quanto possuir um lado direito e um esquerdo. Nunca falei dele a ninguém. É ele quem lê os livros e vê os filmes, ele quem escreve e compõe, ele quem faz amor quando desperto e quem sonha quando adormecido; já eu, penso somente em trabalhar, pagar as contas, atender os telefonemas, cumprir os compromissos, obedecer às ordens mudas das tarefas cotidianas.
Durante muito tempo eu o desprezei e repeli como se fosse um intruso, um aproveitador; mas chegamos a bons termos, hoje nos alternamos no controle desta carcaça que envelhece, e não sabemos ainda qual de nós dois será o primeiro a abandoná-la.


O mais interessante nessa matéria, do ponto de vista terapêutico é a solução encontrada no final do texto, em que ele toma a sábia decisão de entrar em acordo com o seu outro eu.
Essa é a única maneira de assumirmos o controle do ego e encontrarmos a paz.
Enquanto não fizermos isso, viveremos divididos em permanentes conflitos internos, cheios de dúvidas, culpas e frustrações de toda a ordem.

*(Para ler mais sobre esse assunto, procurar FILOSOFIA HUNA, no índice acima).


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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

POR QUE MUDAR?

Muitas pessoas dizem não querer mudar, pois pensam que isso significa deixarem de ser elas mesmas.

No entanto, a necessidade da mudança interior é primordial, para o nosso crescimento emocional, evolução mental e espiritual. A fonte de todo o nosso sofrimento está mente, na forma de pensar, que é regida pelo ego.
Somente quando mudarmos a tendência de focar os pensamentos no medo, na negatividade e na dor, a verdadeira Essência de cada um pode brilhar em todo o seu esplendor.

MUDE OS PENSAMENTOS E MUDARÁS O MUNDO!



No dia em que as moscas não ocuparem mais os nossos pensamentos, poderemos viver no paraíso.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

-OS ESSÊNIOS

"Não pagarei homem algum com o mal. Persegui-lo-ei com a bondade, pois que o julgamento de todos os vivos cabe a Deus, e é ele quem irá entregar ao homem o seu prêmio".                             "Hino ao preceito da comunidade" encontrado nos Manuscritos do Mar Morto sobre a filosofia dos Essênios.
 
Quem seria esse povo misterioso, que praticava o cristianismo séculos antes do nascimento do Cristo e cuja sabedoria e conhecimento, ficaram escondidos por milênios até chegar aos nossos dias, através da sua descoberta numa caverna do Mar Morto?

Ainda hoje vejo alguns sites, considerados sérios, reduzindo os Essênios a uma "seita de judeus fanáticos, ascéticos e celibatários, que viviam isolados no deserto".

Mas os manuscritos do Mar Morto encontrados em 1947 nas cavernas de Qumram nos mostram um povo sábio e pacífico de famílias judias, que se afastou da corrupção dominante nas grandes cidades e passou a viver às margens do Mar Morto, cujas colônias estendiam-se até o vale do Rio Nilo.
Entre esses manuscritos, existem alguns textos, que ficaram com as autoridades ou com a Igreja e nunca foram divulgados. Mesmo assim, através dos muitos que foram liberados, podemos ter uma ideia das preciosas informações que contém.
O nome Essênios deriva da palavra egípcia Kashai, que significa "secreto". Na língua grega, o termo utilizado é "therepeutes", originário da palavra Síria "asaya", que significa médico.
 Os materialistas da época os consideravam excêntricos por adotarem uma simplicidade franciscana em sua maneira de viver. Viviam dedicados ao estudo da espiritualidade, vestiam-se com túnicas brancas e eram vegetarianos.
Caverna de Qumram
Vivendo em comunidades distantes, os Essênios procuravam encontrar na solidão do deserto o lugar ideal para desenvolverem a espiritualidade e estabelecer a vida comunitária, onde a partilha dos bens era a regra.
Rompendo com o conceito da propriedade individual, acreditavam ser possível implantar no reino da Terra a verdadeira igualdade e fraternidade entre os homens.
Sua maneira de servir a Deus era auxiliando o próximo, através dos seus famosos conhecimentos no uso das ervas, além do exercício da medicina ocultista. Era um povo aberto aos necessitados e desamparados, mantendo inúmeras atividades onde a acolhida, o tratamento aos doentes e a instrução dos jovens eram a face externa de seus objetivos.
Eram livres, trabalhavam em comunidade, vivendo do que produziam. Consideravam a escravidão um ultraje à missão do homem dada por Deus.
Todos os membros da comunidade trabalhavam entre si nas tarefas comuns, sempre desempenhando atividades profissionais que não envolvessem a destruição ou violência. Não se encontrava entre eles açougueiros ou fabricantes de armas, mas sim grande quantidade de mestres, escribas, instrutores, que através do ensino passavam aos leigos de forma sutil a sabedoria antiga dos grandes Mestres e Profetas.

Mantinham Escolas Iniciáticas, cujos discípulos, conforme evoluíam e adquiriam conhecimentos, passavam a graus mais avançados.


Os hábitos de vida e a moral eram irrepreensíveis e exemplares, eram pacíficos e de boa fé, dedicando-se ao estudo espiritualista, à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador dos grandes aglomerados.
O silêncio era prezado por eles. Sabiam guardá-lo, evitando discussões e assuntos sobre religião.
A voz, para um essênio, possuía grande poder e não devia ser desperdiçada. Através dela, com diferentes entonações, eram capazes de curar um doente. Cultivavam hábitos saudáveis, zelando pela alimentação, físico e higiene pessoal.

A capacidade de predizer o futuro e a leitura do destino através da linguagem dos astros tornaram os Essênios figuras magnéticas, conhecidas por sua grande sabedoria. Eram excelentes médicos também. Nos escritos dos Rosacruzes, são considerados como uma ramificação da Grande Fraternidade Branca, fundada no Egito no tempo do faraó Akenaton.
O conhecimento mais profundo dos Essênios era velado à maioria das pessoas. Em cada parte do mundo onde se estabeleceram, eles receberam nomes diferentes, às vezes por necessidade de se proteger contra as perseguições ou para manter afastados os difamadores.

Foram fundadores dos abrigos denominados "beth-saida", que tinham como tarefa cuidar de doentes e desabrigados em épocas de epidemia e fome. Os beth-saida anteciparam em séculos os hospitais, instituição que tem seu nome derivado de hospitaleiros, denominação de um ramo essênio voltado para a prestação de socorro às pessoas doentes. Fizeram obras maravilhosas, que se refletem até os nossos dias.
 
Apesar de não existirem provas concretas, segundo alguns estudiosos, existem evidências de que foi entre eles que Jesus viveu no período que corresponde dos seus 13 aos 30 anos. Existiam entre eles três grupos religiosos principais e acreditava-se que Jesus foi membro do grupo do norte da Palestina, que se concentrava ao redor do Monte Carmelo, bem como tinha sido seu primo João Baptista. Um dos seus redutos era Nazaré e por isso eram conhecidos também por “os Nazarenos”, tal como Jesus.
Esse povo exemplar viveu de forma a demonstrar, tanto na teoria quanto na prática, as Leis Superiores do Universo e da Vida, que, naquela época, assim como nos tempos de hoje, eram tristemente ignoradas pela maioria.
Apesar de constar que eram originários do Egito, durante a dominação do Império Selêucida em 170 A.C., vale perguntar:
Que raça superior era essa, que conseguiu viver por tanto tempo sustentando uma vibração de 4ª dimensão, no meio de bárbaros e sanguinários?
No ano 70 D. C. eles desapareceram sem deixar vestígios, à não ser pelos manuscritos, que foram escondidos em vasos de cerâmica na caverna de Qumram e só foram descobertos recentemente.
Alguns dizem que eles eram seres interestelares, que vieram preparar a vinda do Messias. Quem somos nós para duvidar? Talvez, sem esse suporte energético, Jesus tivesse mais dificuldade de reencarnar num planeta primitivo de 3ª dimensão, onde prevalecia como ainda hoje, a energia do olho por olho dente por dente.

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

SAIBA O QUE É A NEUROPLASTICIDADE

VOCÊ SABIA QUE O CÉREBRO MELHORA COM A IDADE?

Na Antiguidade e em muitas culturas milenares, os anciões sempre foram respeitados, eram considerados sábios e tinham uma participação ativa nas decisões da vida na comunidade.
Infelizmente esse costume salutar foi sendo modificado na sociedade capitalista, onde a produtividade exacerbada tornou-se mais importante que a sabedoria. Com isso, os idosos foram perdendo espaço e sendo substituídos pelos jovens, considerados mais capazes e produtivos.
A sensação de vazio, inutilidade e menos valia entre as pessoas de idade, foi gerando o desânimo e à inatividade, instalando-se assim, uma verdadeira morte em vida. Isso contribuiu significativamente para o surgimento de doenças físicas, mentais e emocionais, hoje tidas como “doenças da idade”.

Felizmente os avanços da ciência estão nos provando mais uma vez, que os povos antigos tinham muito a nos ensinar.

De acordo com o artigo do Dr. Elkhonon Goldberg, Neurologista da Universidade de New York, Diretor do Instituto de Neuropsicología e Funcionamento Cognitivo, podemos perceber que, ao contrário do que se pensava, O CÉREBRO MELHORA COM A IDADE.

As últimas investigações científicas demonstram que, com o tempo e a atividade mental, o cérebro vai se modificando e nos conduz ao que conhecemos como SABEDORIA.

Durante muitos anos acreditou-se que, a partir de certa idade, o número de neurônios não se renovava mais. As últimas investigações da neurociência, no entanto,  demonstram que o cérebro pode se regenerar mediante seu uso e potenciação. A chave para alcançar esse sucesso chama-se: NEUROPLASTICIDADE, que significa moldar a mente e o cérebro, através da atividade.

Em março de 2000, investigadores da Universidade de Londres descobriram que os taxistas dessa cidade tinham uma parte do cérebro, o Hipocampo-região importante para a memória espacial-, particularmente desenvolvida, muito mais que o resto das pessoas.

Os taxistas desenvolviam mais essa zona porque a exercitavam mais, memorizando a cada dia ruas e caminhos diferentes. E essa capacidade, não diminuía, mas aumentava com o passar dos anos.

Em 2002, cientistas alemães descobriram a mesma coisa na Circunvolução de Heschl dos músicos, área do córtex cerebral importante para processar a música. Em 2004 os mesmos resultados teve o Instituto de Neurologia de Londres, na circunvolução angular esquerda, estrutura cerebral importante para a linguagem, no cérebro das pessoas bilíngue.

Destas experiências se puderam obter os seguintes resultados:

Nós, seres humanos podemos criar novos neurônios ao longo de toda a vida e a criação de novos neurônios pode aumentar, mediante o esforço mental.

O exercício físico protege nossa saúde cardiovascular e outras funções corporais. O exercício cognitivo, ao desenvolver habilidades, protege a saúde cerebral contra a demência e senilidade.

O moderno estudo da neuroplasticidade demonstra que os cérebros das pessoas mais velhas não degeneram, mas têm uma evolução particular, de acordo com a atividade realizada, o que torna essas pessoas “sábias” quando chega a velhice.
O CÉREBRO MUDA DE FORMA, SEGUNDO AS ÁREAS QUE MAIS UTILIZAMOS.

À medida que envelhecemos, tem acontecido uma deterioração maior no hemisfério direito que no esquerdo. Isto ocorre porque usamos mais o hemisfério esquerdo, que é o encarregado de colocar em marcha tarefas já aprendidas e consolidadas.
Para aprender algo novo, necessitamos mais do hemisfério direito, mas quando alcançamos certo nível de perícia, essas atividades passam a ser controladas  pelo hemisfério esquerdo. Ao longo da vida, acumulamos um repertório de destrezas cognitivas. É o que popularmente chamamos “EXPERIÊNCIA”.

Quando envelhecemos, nossa atividade mental está mais dominada por essas “rotinas cognitivas”, ou “piloto automático”. Isto não é ruim, uma vez que permite resolver conhecidos problemas complexos mediante o “reconhecimento instantâneo” de padrões, sem muito esforço.
Porém, a estimulação cognitiva, que obriga a resolução de novos problemas, com a utilização do hemisfério direito, é um ingrediente no estilo de vida, que ajuda a evitar a deterioração do cérebro.
A corrente científica dominante respalda a afirmação de que a vida mental intensa desempenha um papel essencial no bem-estar cognitivo, nas etapas avançadas da vida.
 
Portanto é hora de incluir o  FITNESS MENTAL e muitas outras atividades prazerosas no nosso dia a dia.
Idade não é mais desculpa para não fazermos o que gostamos. 
Pinte, cante, dance, toque um instrumento musical, fale um novo idioma!...Se não souber nada disso, melhor ainda, APRENDA! Se souber, ENSINE!

Essa é mais uma razão para acreditarmos no nosso potencial e irmos atrás dos nossos sonhos, seja em que idade for!
Nunca é tarde para ser feliz e SEMPRE É TEMPO DE MELHORAR E PROGREDIR EM TODOS OS SENTIDOS.

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