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SOBRE OS LIVROS

Depois da recente obra, FLORAIS DE BACH NO RESGATE DA AUTOESTIMA, mais um livro foi editado, NUMEROLOGIA CÁRMICA NO 3º MILÊNIO. Ambos estão à venda na loja virtual da Editora PerSe 2.0. Veja as sinopses nos banners ao lado...

Anny Luz

Este blog é neutro em carbono.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

AGHARTA - Novas Constatações

Um Reino Subterrâneo de Proporções Intercontinentais no Interior do Nosso Planeta.

Quem é sensitivo, não precisa de nenhuma prova física, para saber o que é verdadeiro ou falso. Mas quem está embotado pelo sistema, nenhuma prova é suficiente, para que possam enxergar além das aparências e das crenças limitadas.

A história a seguir é antiga e bem conhecida dos estudiosos do ocultismo, mas está ganhando cada vez mais adeptos, pois as evidências aumentam a cada dia.

Aqueles que povoaram a Terra, vindos de outros planetas, cerca de 100.000 anos atrás,tiveram que  passar a viver em subterrâneos, depois de uma devastadora guerra nuclear, que resultou na destruição total da superfície do planeta, transformando-o  em desertos.
Esquema desenhado por estudiosos sobre a localização.
A população que restou teve que buscar abrigo no interior na Terra. Hoje o Reino de Agharta, abriga uma civilização extremamente avançada, já em outra dimensão, que se estende pelo interior do globo terrestre, contendo uma infinidade de cidades, com entradas e saídas interdimensionais em vários pontos conhecidos do planeta, incluindo os quatro pontos no Brasil, como mencionados no texto sobre a Pedra da Gávea (neste blog).
O Vice Almirante da Marinha norte-americana, durante a 1ª Guerra Mundial, Richard Evelyn Byrd, era também um explorador polar e aviador experiente, que dirigiu diversas expedições à Antártida. Uma delas foi na 2ª Guerra Mundial, quando foi contratado pelos nazistas para uma expedição, pois tinham informações sobre os Atlantes, que viveriam lá e teriam tecnologia avançada, que interessava a Hitler. Não sabiam que o Polo Sul é a saída do vórtice de Agharta, que leva a outros pontos do universo. Os alemães foram corridos de a tapa de lá pelos raios cósmicos dos Atlantes e nunca mais voltaram.  
Depois disto é que Byrd resolveu explorar sozinho o Polo Norte. Afirmou em seu diário ter encontrado, à 2.300 milhas para além do Polo Norte, uma enorme abertura para o interior da Terra. 
Atônito, ele entrou de avião nesta passagem e avistou uma floresta tropical dentro do Polo. Ali pousou e foi recepcionado por seres altamente evoluídos, que se disseram descendentes da lendária Atlântida.
Posteriormente, Byrd foi impossibilitado pelas autoridades americanas de falar sobre o caso e sequer tocar no assunto, sob pena de ser sumariamente eliminado.
Embora sem as ameaças lamentáveis, os Atlantes teriam feito a Byrd o mesmo pedido, mas insistindo para que ele repassasse aos governos do mundo inteiro, o aviso para que cessassem os testes nucleares, pois os mesmos contaminam irreversivelmente e abalam a estrutura do planeta e do interior da Terra.
O ex-agente da CIA, Virgil Armstrong, acrescentou que, imediatamente após a descoberta das revelações do diário do

À esq. foto do satélite ESSA-7 1968, (abertura no polo N) - À dir. foto
da nave Apolo 11 com a mesma abertura- 1969.
Almirante Richard Evelyn Byrd, as rotas aéreas sobre Agharta foram declaradas secretas pelo serviço de inteligência norte americano (CIA e demais agências), e foi ordenado que a área ou rota que levaria àquele reino era para ser guardada por bases militares dos EUA. e que não deixariam invasores descobrirem como lá chegar.
Armstrong revelou também que, na ocasião, foi permitido ao Governo dos EUA estabelecer contato com o Grande Conselho de Agharta.
Em seu diário Byrd afirma ter passado aproximadamente um mês neste lugar incrível, acolhido por este povo. Suas experiências serviram de base para o livro de Raymond Bernard, A Terra Oca.

As descobertas descritas no citado diário, descrevem o universo subterrâneo como um lugar inacreditável, habitado por  seres humanos como nós, mas que nunca ficam doentes e seriam imortais. Não existe miséria, a atmosfera é controlada pela alta tecnologia que possuem, a energia é livre e não poluente, a velocidade dos transportes, seria algo como 3.000 quilômetros por hora, em aeronaves que superam qualquer tipo de tecnologia que conhecemos.
Sabe-se pelo estudo do ocultismo, que esses seres, pela sua evolução, tem contato direto com os Mestres Ascensos e outros iluminados, e que estão atualmente cuidando da evolução dos humanos da superfície, para que não  destruam o planeta.
Os seres que habitam as diversas cidades intraterrenas não são somente os Atlantes, mas os lemurianos, sirianos, pleiadianos e outros. Entre as cidades estão Shamballa, Aurora, Erks e muitas outras, já conhecidas dos sensitivos e ocultistas.
A teoria da Terra Oca vem sendo estudada por geofísicos não oficiais, que se dedicam a refazer cálculos e estudar probabilidades incontestáveis de que é possível sim, esta teoria ser comprovada pela nossa ciência, muito embora, até agora não haja nenhum interesse de governos e universidades.  Mas quem tiver interesse deve pesquisar, pois existe muito material à respeito.

A novidade agora é esta foto recente, que difere das anteriores por sua a alta resolução... 
Esta foto do Polo Norte, (2013) que a NASA tem sob custódia foi enviada por um dos satélites da Terra e está ressuscitando o interesse de geofísicos e outros cientistas. 
Nesta imagem podemos ver claramente, na área do Polo Norte magnético, uma abertura, que não é coberta por gelo glacial, como deveria e seria o normal, pois foi assim que aprendemos e sempre acreditamos.

Parece que vazou algo de inédito e espetacular, que não deixa dúvidas sobre o quê os nossos olhos estão vendo.
E mais: Depois destas constatações, parece claro que a grande maioria dos OVNIS avistados aqui na superfície provêm mais do interior da Terra do que de fora.

Cada vez mais verdades vindo à tona!...É só juntar as peças do quebra cabeças. 

Anny Luz


  

sábado, 8 de novembro de 2014

O MISTÉRIO DA PEDRA DA GÁVEA

“Em tempos de mentiras universais, apenas dizer a verdade é um ato revolucionário”. George Orwell

A história moderna, que defende o paradigma atual da humanidade, tem se calado diante de todas as evidências com valor histórico e científico, que vem sendo descobertas desde o último século. A razão disto é que, TODA A HISTÓRIA  DO MUNDO teria que ser reescrita e a verdade, à respeito de todas as áreas da nossa atual civilização teriam de ser totalmente reformuladas, pois nada é o que parece ser.
Entre os inumeráveis manuscritos e monumentos misteriosos e inexplicáveis, que existem mundo afora,  há os que estão bem perto de nós e entre eles, o mistério da Pedra da Gávea.

Entre São Conrado e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, essa montanha já lendária com o rosto de um antigo gigante se eleva a 842 metros acima do nível do mar. Quando o Brasil foi descoberto, exploradores portugueses deram à esta rocha o nome de Pedra da Gávea , porque era um observatório perfeito para as caravelas portuguesas que chegavam então.
Mas a Pedra da Gávea, uma enorme rocha cercada por vegetação nativa exuberante, tem atraído, tanto a atenção do público como de pesquisadores, historiadores e arqueólogos nacionais e estrangeiros ao longo dos séculos.
Sua face parece uma figura esculpida, e existem inscrições antigas em um de seus lados que não poderiam ter sido feitas, nem pela natureza, como querem alguns historiadores, nem por simples mortais.
Sobre as origens dessa escultura, discutida há séculos, existe a teoria de que seria a cabeça de um rei fenício, esculpida sobre a sua tumba. Segundo dados históricos, esse rei existiu por volta do ano 856 AC , era chamado Badezir e ocupou o
trono de seu pai em Tiro e Sidon, na antiga Fenícia, onde hoje é o Líbano.
Sobre esta pesquisa do Arqueólogo, Robert F. Marx,  o jornal, “O Globo” publicou na época:
Buscando provas da navegação pré colombiana no Brasil, e sugerindo que um navio fenício poderia ter naufragado na baía de Guanabara, o arqueólogo americano Robert Frank Marx iniciou uma série de mergulhos na referida baía, para tentar descobrir embarcações fenícias naufragadas e provar, assim, que o Brasil e sua costa foram visitados em um passado remoto, pelos barcos dessa civilização semita do Oriente Médio, os fenícios de Tiro e Sidon.
O navio, supostamente naufragado não estava lá, mas o arqueólogo descobriu algo muito interessante: Ânforas (vasos) e outras peças fenícias!
O caso da descoberta dessas ânforas fenícias no leito da baía de Guanabara sempre foi tratado com o maior sigilo pelas autoridades  e sua descoberta foi revelada somente em 1978, com vagas informações.
O nome do mergulhador que encontrou as três ânforas, junto com outras 12 peças arqueológicas, foi revelado, após a conferência do Museu da Marinha, pelo presidente da Associação Profissional de Atividades Subaquáticas, Raul Cerqueira.
Trata-se do mergulhador José Roberto Teixeira, membro da associação que ficou com uma ânfora e entregou as outras à Marinha.
O cabo José Tadeu Cabral, com mestrado em Arqueologia Pré-Histórica, que trabalha no Museu da Marinha, disse que as peças, com capacidade para 36 litros, estão guardadas pelo Governo brasileiro, em um local sigiloso,  afirmou “O GLOBO”, em notícia publicada em 23 de setembro de 1982

Além desta teoria, existe outra, ainda mais fascinante e que não anula em nada a anterior, é a afirmação de que o “portal”, encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, e visível a partir de 800 metros abaixo, seria, segundo sensitivos, ocultistas e estudiosos da teoria da Terra Oca,  a entrada para o mundo subterrâneo de AGHARTA/SHAMBALA.
Há dezenas de histórias sobre alpinistas que veem luzes saindo à noite das lacunas em torno das bordas de dentro da grande porta do suposto portal que bloquearia o acesso para o reino de AGHARTA.
A Escadaria ascendente:
Existe uma gruta tipo sifão na parte onde o maciço rochoso toca o mar, com a parte abobadada acima do mar e com ventilação natural. Ali parece haver uma escadaria em sentido ascencional, que segundo consta, levaria para cima e ao interior da Pedra.
O caso mais conhecido referente a esta escadaria é o de dois rapazes que faziam caça submarina e ao encontrarem a entrada para esta gruta, resolveram entrar. Decidiram subir os degraus da escadaria e a última coisa de que se lembram é de terem perdido os sentidos. Quando acordaram, estavam no topo da pedra a 842 metros de altitude.
Mitologia persa
Segundo a mitologia sagrada da antiga cultura PERSA , hoje o IRÃ, há quatro estrelas guardiãs no céu sobre os pontos cardeais da Terra e a Pedra da Gávea é protegida por elas :
Aldebaran, na Constelação do Touro – Leste; Fomalhaut, na Constelação de Piscis ; Austrinos – Sul; Regulus, na Constelação de Leão – Norte e Antares, na Constelação de Escorpião - Oeste .
Portanto esta rocha seria protegida por poderes cósmicos independentes e completamente desconhecidos pelo homem da superfície do planeta. 
Em 1937, dois cientistas foram submetidos à uma análise clínica depois de passar uma noite na pedra, onde eles disseram ter visto uma estranha luz verde saindo das lacunas de todo o portal, de onde viram muitas estátuas humanas dentro.
A capital do reino de AGHARTA, seria um vasto império subterrâneo que, de acordo com seus adeptos, tem milhões de habitantes em várias cidades subterrâneas espalhadas pelo planeta.
Sustentam ainda que este mundo subterrâneo tem compartimentos secretos dentro da base da pirâmide na Planície de GIZÉ no Egito e haveria três entradas para Agharta,  localizadas no Brasil:
Em SETE CIDADES no Piauí, SERRA DO RONCADOR em Barra do Garças, MT, e outra na PEDRA DA GÁVEA, RJ.
 Conclusão :
Embora não haja evidências sólidas, pelos padrões dos pesquisadores oficiais, de que a rocha da Gávea é de fato algum antigo marco sagrado, ou um monumento arqueológico, há muitas partes dela que mereceriam, no mínimo, um estudo mais aprofundado, se é que já não foi feito e que os verdadeiros fatos fossem informados para a população.
Enquanto isso não acontece, a Pedra da Gávea permanece, além de todos os mistérios, um lugar para caminhantes, andarilhos e alpinistas, e às vezes como um esconderijo para bandidos.
Mas sem dúvida é um dos mais belos panoramas do Rio de Janeiro e do Brasil, e um privilégio daqueles que ousam desafiar a gravidade.
 Mas o mistério da pedra sempre será parte da vida dos cariocas, pois sempre haverá alguém a perguntar:
Quem seriam os autores de um monumento tão grandioso?
- Por que eles o construíram?
- Seriam o mesmo povo que esculpiu as Linhas de Nazca no Peru?
- Ou construíram os muros e calçadas ciclópicos submersos de Bimini, nas Bahamas?
- Será que os construtores foram os fenícios?
- Se sim, como eles conseguiram atravessar os mares e o oceano Atlântico para chegar até aqui,  cerca de três mil anos atrás?
 O mistério permanece, enquanto a face do gigante misterioso,  dando as costas para o sol nascente, parece estar à espera de alguém ou do tempo certo para revelar todos os seus segredos.  

Anny Luz 

 Fonte: Fiz o resumo deste texto, tendo como referência a excelente matéria do site, http://lirapleiadesterra.xpg.uol.com.br/anunnakis.htm
Algumas fotos também foram tiradas deste site e outras da web.