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Anny Luz

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sábado, 8 de novembro de 2014

O MISTÉRIO DA PEDRA DA GÁVEA

“Em tempos de mentiras universais, apenas dizer a verdade é um ato revolucionário”. George Orwell

A história moderna, que defende o paradigma atual da humanidade, tem se calado diante de todas as evidências com valor histórico e científico, que vem sendo descobertas desde o último século. A razão disto é que, TODA A HISTÓRIA  DO MUNDO teria que ser reescrita e a verdade, à respeito de todas as áreas da nossa atual civilização teriam de ser totalmente reformuladas, pois nada é o que parece ser.
Entre os inumeráveis manuscritos e monumentos misteriosos e inexplicáveis, que existem mundo afora,  há os que estão bem perto de nós e entre eles, o mistério da Pedra da Gávea.

Entre São Conrado e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, essa montanha já lendária com o rosto de um antigo gigante se eleva a 842 metros acima do nível do mar. Quando o Brasil foi descoberto, exploradores portugueses deram à esta rocha o nome de Pedra da Gávea , porque era um observatório perfeito para as caravelas portuguesas que chegavam então.
Mas a Pedra da Gávea, uma enorme rocha cercada por vegetação nativa exuberante, tem atraído, tanto a atenção do público como de pesquisadores, historiadores e arqueólogos nacionais e estrangeiros ao longo dos séculos.
Sua face parece uma figura esculpida, e existem inscrições antigas em um de seus lados que não poderiam ter sido feitas, nem pela natureza, como querem alguns historiadores, nem por simples mortais.
Sobre as origens dessa escultura, discutida há séculos, existe a teoria de que seria a cabeça de um rei fenício, esculpida sobre a sua tumba. Segundo dados históricos, esse rei existiu por volta do ano 856 AC , era chamado Badezir e ocupou o
trono de seu pai em Tiro e Sidon, na antiga Fenícia, onde hoje é o Líbano.
Sobre esta pesquisa do Arqueólogo, Robert F. Marx,  o jornal, “O Globo” publicou na época:
Buscando provas da navegação pré colombiana no Brasil, e sugerindo que um navio fenício poderia ter naufragado na baía de Guanabara, o arqueólogo americano Robert Frank Marx iniciou uma série de mergulhos na referida baía, para tentar descobrir embarcações fenícias naufragadas e provar, assim, que o Brasil e sua costa foram visitados em um passado remoto, pelos barcos dessa civilização semita do Oriente Médio, os fenícios de Tiro e Sidon.
O navio, supostamente naufragado não estava lá, mas o arqueólogo descobriu algo muito interessante: Ânforas (vasos) e outras peças fenícias!
O caso da descoberta dessas ânforas fenícias no leito da baía de Guanabara sempre foi tratado com o maior sigilo pelas autoridades  e sua descoberta foi revelada somente em 1978, com vagas informações.
O nome do mergulhador que encontrou as três ânforas, junto com outras 12 peças arqueológicas, foi revelado, após a conferência do Museu da Marinha, pelo presidente da Associação Profissional de Atividades Subaquáticas, Raul Cerqueira.
Trata-se do mergulhador José Roberto Teixeira, membro da associação que ficou com uma ânfora e entregou as outras à Marinha.
O cabo José Tadeu Cabral, com mestrado em Arqueologia Pré-Histórica, que trabalha no Museu da Marinha, disse que as peças, com capacidade para 36 litros, estão guardadas pelo Governo brasileiro, em um local sigiloso,  afirmou “O GLOBO”, em notícia publicada em 23 de setembro de 1982

Além desta teoria, existe outra, ainda mais fascinante e que não anula em nada a anterior, é a afirmação de que o “portal”, encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, e visível a partir de 800 metros abaixo, seria, segundo sensitivos, ocultistas e estudiosos da teoria da Terra Oca,  a entrada para o mundo subterrâneo de AGHARTA/SHAMBALA.
Há dezenas de histórias sobre alpinistas que veem luzes saindo à noite das lacunas em torno das bordas de dentro da grande porta do suposto portal que bloquearia o acesso para o reino de AGHARTA.
A Escadaria ascendente:
Existe uma gruta tipo sifão na parte onde o maciço rochoso toca o mar, com a parte abobadada acima do mar e com ventilação natural. Ali parece haver uma escadaria em sentido ascencional, que segundo consta, levaria para cima e ao interior da Pedra.
O caso mais conhecido referente a esta escadaria é o de dois rapazes que faziam caça submarina e ao encontrarem a entrada para esta gruta, resolveram entrar. Decidiram subir os degraus da escadaria e a última coisa de que se lembram é de terem perdido os sentidos. Quando acordaram, estavam no topo da pedra a 842 metros de altitude.
Mitologia persa
Segundo a mitologia sagrada da antiga cultura PERSA , hoje o IRÃ, há quatro estrelas guardiãs no céu sobre os pontos cardeais da Terra e a Pedra da Gávea é protegida por elas :
Aldebaran, na Constelação do Touro – Leste; Fomalhaut, na Constelação de Piscis ; Austrinos – Sul; Regulus, na Constelação de Leão – Norte e Antares, na Constelação de Escorpião - Oeste .
Portanto esta rocha seria protegida por poderes cósmicos independentes e completamente desconhecidos pelo homem da superfície do planeta. 
Em 1937, dois cientistas foram submetidos à uma análise clínica depois de passar uma noite na pedra, onde eles disseram ter visto uma estranha luz verde saindo das lacunas de todo o portal, de onde viram muitas estátuas humanas dentro.
A capital do reino de AGHARTA, seria um vasto império subterrâneo que, de acordo com seus adeptos, tem milhões de habitantes em várias cidades subterrâneas espalhadas pelo planeta.
Sustentam ainda que este mundo subterrâneo tem compartimentos secretos dentro da base da pirâmide na Planície de GIZÉ no Egito e haveria três entradas para Agharta,  localizadas no Brasil:
Em SETE CIDADES no Piauí, SERRA DO RONCADOR em Barra do Garças, MT, e outra na PEDRA DA GÁVEA, RJ.
 Conclusão :
Embora não haja evidências sólidas, pelos padrões dos pesquisadores oficiais, de que a rocha da Gávea é de fato algum antigo marco sagrado, ou um monumento arqueológico, há muitas partes dela que mereceriam, no mínimo, um estudo mais aprofundado, se é que já não foi feito e que os verdadeiros fatos fossem informados para a população.
Enquanto isso não acontece, a Pedra da Gávea permanece, além de todos os mistérios, um lugar para caminhantes, andarilhos e alpinistas, e às vezes como um esconderijo para bandidos.
Mas sem dúvida é um dos mais belos panoramas do Rio de Janeiro e do Brasil, e um privilégio daqueles que ousam desafiar a gravidade.
 Mas o mistério da pedra sempre será parte da vida dos cariocas, pois sempre haverá alguém a perguntar:
Quem seriam os autores de um monumento tão grandioso?
- Por que eles o construíram?
- Seriam o mesmo povo que esculpiu as Linhas de Nazca no Peru?
- Ou construíram os muros e calçadas ciclópicos submersos de Bimini, nas Bahamas?
- Será que os construtores foram os fenícios?
- Se sim, como eles conseguiram atravessar os mares e o oceano Atlântico para chegar até aqui,  cerca de três mil anos atrás?
 O mistério permanece, enquanto a face do gigante misterioso,  dando as costas para o sol nascente, parece estar à espera de alguém ou do tempo certo para revelar todos os seus segredos.  

Anny Luz 

 Fonte: Fiz o resumo deste texto, tendo como referência a excelente matéria do site, http://lirapleiadesterra.xpg.uol.com.br/anunnakis.htm
Algumas fotos também foram tiradas deste site e outras da web.

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